A ânsia de poder,
o poder de matar,
a vontade de querer,
tudo dizimar.
O grande avança,
os pequenos retaliam,
mortos contam-se,
a vingança preparam.
Um guerra sem fim começa,
as mortes não vão parar,
de um lado e outro chacina,
para sempre lutar.
Um povo inteiro dizimar,
de nada adiantará,
tudo irá recomeçar,
e apenas revolta surgirá.
Os magnatas destroem,
o povo reconstrói,
o ciclo perpetua-se,
o mundo regride.
A destruição espalha-se,
a força ganha poder,
o mundo evapora-se,
nesta ânsia de poder.
Líderes morrem,
povo perde-se,
guerrilhas surgem,
paz esvanece-se.
A luz no túnel apaga-se,
a esperança evaporou,
a vida vai-se,
o fim chegou.
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1 comentário:
o proprio rabde pêxe ficou preplexo!!!!nota-se aqui uma reflexao profunda de cariz inconsciente...
may the greek be with you...
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